O deputado Pedro Kemp (PT) abordou nesta manhã (3) durante a sessão ordinária, a questão ambiental sul-mato-grossense. “É necessária a preservação dos nossos rios, da vegetação, de nosso Pantanal, que é patrimônio nacional. Trago hoje a preocupação com o avanço do desmatamento e assoreamento dos rios em Bonito e Bodoquena. Não temos visto ações concretas de fiscalização e punição. A preservação ambiental é uma necessidade que o mundo todo coloca como prioridade”, destacou.
“Foi identificado em recente monitoramento ambiental, sinais de ativos ambientais que podem afetar quem frequenta os locais que ficam nos municípios de Bodoquena, Jardim, Bonito e Miranda. Foi identificada também a redução das áreas de preservação permanente [APPs]. É preciso ações mais efetivas com urgência, senão esses atrativos naturais podem acabar, eles que são importantes inclusive economicamente, se o Estado não cuidar disso, o que nós iremos oferecer?”, questionou Pedro Kemp.
O deputado Zeca do PT (PT) concordou com a importância que a região tem para o ecoturismo e economia. “Um assunto muito importante para o Estado, para o ecoturismo e pela simbologia que representa. Estou marcando uma audiência com o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis [Ibama], com o Ministério Público Federal e Estadual [MPF e MPE-MS], uma audiência para levantar a questão das águas da região de Bonito, cada vez mais turvas, e te convido para fazer junto comigo essa reunião, Kemp”, disse o parlamentar.
O deputado Roberto Hashioka enfatizou a importância do turismo diferenciado que Mato Grosso do Sul pode proporcionar. “Grande geradora de empregos e indústria limpa, nem todos os estados tem a qualidade que temos para oferecer para os turistas pela natureza bela do Mato Grosso do Sul, há um tempo atrás me recordo que falavam de uma fazenda desmatada no Pantanal, falo disso porque tenho uma pequena propriedade em Nova Andradina, com uma represa com mais de 50 anos de existência, sofreu uma avaria em 2015, e já foi consertada, eu fui notificado por um técnico do Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul [Imasul], com a determinação que eu cortasse a crista do aterro do lado, com o desmatamento de todas as árvores, porque as raízes podem prejudicar o aterro. Sou engenheiro rodoviário e normalmente as vegetações protegem as cristas do aterro. Falta empenho e seriedade quando se fala em Meio Ambiente aqui no Estado”, concluiu o deputado.
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