O frustrante empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos na estreia da Copa do Mundo deixou um gosto amargo na boca dos torcedores e um alvo claro para as críticas: Carlo Ancelotti. A decisão do comandante italiano de deixar a joia Endrick mofando no banco de reservas durante os 90 minutos incendiou as redes sociais e abriu margem para uma teoria que ganha cada vez mais força: o treinador estaria de marcação com o jovem atacante?
Durante o final do primeiro tempo do jogo contra o Marrocos, Endrick chegou a aquecer e ensaiar uma substituição, o que acabou não acontecendo e o levando de volta ao banco de reservas. Mesmo com direito a cinco substituições e uma necessidade clara de oxigenar o ataque para buscar a vitória, Ancelotti preferiu ignorar o talento de Endrick. Para a torcida brasileira, a insistência em não utilizar o atleta somada a escolhas contestáveis, como a titularidade de Igor Thiago já ultrapassou o limite do preciosismo tático e começa a parecer um boicote pessoal.
A insatisfação começou antes mesmo de a bola rolar, quando a escalação oficial foi divulgada. Porém, o verdadeiro estopim veio com o apito final. Com o Brasil precisando de gols e o setor ofensivo demonstrando criatividade quase nula, a ausência de Endrick virou motivo de indignação coletiva.
Nas redes sociais, internautas não pouparam o técnico e apontaram um suposto "ranço" do treinador com o atacante:
"O que o Endrick fez para o Ancelotti? É a única explicação para ele não entrar em um jogo travado desses. Tem algo pessoal aí", disparou um torcedor.
"Ancelotti odeia o Endrick com todas as forças. Deixar o moleque o jogo todo no banco precisando de gol é pura marcação", acusou outro perfil no X (antigo Twitter).
"Inacreditável a teimosia. O Brasil precisando vencer e o cara prefere queimar as cinco substituições e ignorar o Endrick. Qual é a implicância?", questionou mais um internauta.
Com o tropeço na estreia, a Seleção Brasileira entra em campo sob forte pressão na próxima sexta-feira (19), contra o Haiti, pela segunda rodada da fase de grupos.
Além da cobrança feroz para que Ancelotti finalmente dê uma chance a Endrick e explique os critérios de suas escolhas, a comissão técnica corre contra o tempo na expectativa do retorno de Neymar Jr., que sequer foi relacionado para o banco de reservas contra o Marrocos. Caso o craque retorne, o quebra-cabeça de Ancelotti ficará ainda mais complexo e a tolerância da torcida com o banco de Endrick, ainda menor.
Fonte: Portal Estado Maior
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