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Paraná leva experiência em eficiência e segurança jurídica ao Movimento Agroportos

Modelo foi apresentado pela Portos do Paraná em evento voltado ao fortalecimento da logística do agronegócio. Foram estaques os arrendamentos de á...

26/06/2026 09h41
Por: Redação Fonte: Secom Paraná

A Portos do Paraná esteve presente no lançamento do Movimento Agroportos, evento realizado nesta quinta-feira (25), em Curitiba. O diretor-presidente da empresa pública, Luiz Fernando Garcia, apresentou as ações de sucesso adotadas no Porto de Paranaguá, mais eficiente do Brasil, e detalhou as iniciativas que podem contribuir para tornar a logística do agronegócio mais competitiva.

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O objetivo do movimento é ampliar as discussões que possam contribuir para a melhoria do setor logístico, favorecendo o agronegócio e reduzindo o "Custo Brasil". Tudo isso a partir de diálogos que possam se concretizar em ações efetivas. A iniciativa é da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), da Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos (FPPA) e do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI).

Luiz Fernando Garcia, que também preside a Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), participou do painel "Regulação, Segurança Jurídica e Eficiência Portuária nos Portos do Sul", mediado pelo diretor-presidente do IBI, Mário Povia. Ele expôs medidas exitosas adotadas nos portos paranaenses ao longo dos últimos anos, que podem servir de exemplo para outros portos em todo o Brasil. O Porto de Paranaguá é o primeiro do país a ter 100% de suas áreas portuárias arrendadas, garantindo segurança jurídica aos operadores.

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“Com nossas concessões, somos o único porto do país com 100% das áreas arrendáveis regularizadas. Fizemos a concessão do canal de acesso e estamos prestes a entregar a maior obra de infraestrutura do setor portuário do Brasil, que é o Moegão. São mais de R$ 650 milhões em investimentos, em uma obra que está 95% concluída”, disse Garcia.

As regularizações das áreas arrendáveis promovidas pela Portos do Paraná a partir de 2019 trazem justamente a segurança jurídica discutida no painel. A partir de leilões públicos realizados na Bolsa de Valores do Brasil (B3), as empresas têm a garantia de que poderão investir, pois estão resguardadas por contratos robustos que protegem tanto o arrendante quanto a arrendatária.

PREPARADO- Ao mencionar a sustentabilidade, Luiz Fernando lembrou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro porto público brasileiro a conquistar o selo internacional EcoPorts, a mais importante certificação mundial que reconhece as boas práticas de gestão ambiental portuária.

Com as obras mencionadas, o diretor-presidente assegura que o Porto de Paranaguá estará preparado para esse aumento de capacidade e produção no futuro. “O Paraná fez as concessões rodoviárias e R$ 90 bilhões serão aplicados nos contratos vigentes. E o vencimento da concessão da Malha Sul, em 2027, é a oportunidade que temos para discutir com o setor ferroviário, importantíssimo para que o Moegão funcione com sua capacidade plena”, completou.

Indagado sobre os problemas observados para uma discussão mais ampla por parte do Movimento Agroportos, Garcia destacou o custo logístico das cargas até o porto. Para ele, é preciso enfrentar essas deficiências para ganhar mais eficiência. “As empresas precisam ter vantagem comercial e operacional. A partir do momento em que isso deixar de existir, elas vão para outros portos”, disse.

Alex Sandro de Ávila, secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e presidente do Conselho de Administração da Portos do Paraná (Consad), também foi um dos painelistas. Ele ressaltou a gestão da Portos do Paraná, destacando a requalificação de áreas e os leilões, que geraram maior capacidade de investimento no Porto de Paranaguá.

“A Região Sul ainda tem protagonismo no escoamento de cereais, até porque conta com portos extremamente preparados e especializados para essa atividade. Então, buscamos uma sinergia e harmonização, que já deram muito certo aqui no Sul e servem de bom exemplo para desenvolvermos projetos de crescimento nas regiões Norte e Nordeste do país”, disse Ávila.

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