Foto: Helena Marquardt/ SAS
Mais de 250 pessoas, entre prefeitos e gestores de Assistência Social e Habitação participaram nesta segunda-feira, 24, de uma reunião on-line para tratar da adesão dos municípios de até 10 mil habitantes ao programa habitacional Casa Catarina.
Na reunião a secretária de Estado da Assistência Social, Mulher e Família (SAS), Adeliana Dal Pont, destacou a importância de os municípios manifestarem formalmente o interesse em aderir ao programa. “Estamos solicitando que o município encaminhe ofício até o dia 14 de março manifestando o interesse e informando se tem terreno para a construção das casas ou ainda não possui. Para aqueles municípios que já possuem o terreno, estamos prontos e com os recursos em caixa para celebrar os convênios”, disse.
Ella esclareceu ainda que os municípios que ainda não tem terrenos, mas desejam aderir ao programa poderão se organizar para a compra ou regularização com a garantia de que serão contemplados no Casa Catarina. Ao todo o programa receberá R$ 466 milhões em investimentos do Governo do Estado.
Na reunião os participantes puderam esclarecer várias dúvidas sobre o andamento do programa, critérios de seleção das famílias, projeto modelo das casas e valores, entre outros assuntos. O prefeito de Salto Veloso, Nereu Borga, foi um dos participantes e destacou a importância da reunião. “Aqui no município temos uma grande demanda, de mais de 12 casas, mas hoje quero dar os parabéns ao Governo do Estado pelo Programa Casa Catarina que vai ajudar muito quem precisa”, disse.
O prefeito de Abdon Batista, Lucimar Antonio Salmoria, também elogiou a iniciativa. “Quero parabenizar o Governo do Estado por esse programa porque com ele estamos dando mais dignidade aos catarinenses”, afirmou.
Serão 12 casas por município com custo unitário de R$ 114 mil. As famílias beneficiadas devem ter renda familiar de até dois salários mínimos e o investimento somente na modalidade de até 10 mil habitantes, que contempla 162 cidades catarinenses, será de R$ 221.616.000.
Num segundo momento a SAS vai tratar sobre o outro modelo previsto, que é voltado para cidades com mais de 10 mil habitantes. Ele prevê um subsídio na entrada para financiamento do imóvel e pode contemplar famílias que ganham até R$8 mil.
Mais informações:
Jornalista Helena Marquardt .
Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família.
(48) 3664-0916 e-mail: [email protected]
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