Durante a 8ª fase da Operação Mute no Espírito Santo nenhum aparelho celular foi encontrado nas unidades prisionais do Estado. A ação tem o objetivo de eliminar a comunicação ilegal nos presídios e aconteceu de forma simultânea em todos os estados do País. Com início nessa segunda-feira (30) e término nesta quarta-feira (02), a operação é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).
No Espírito Santo a ação foi fruto do trabalho conjunto entre a Secretaria da Justiça (Sejus) e a Polícia Penal do Espírito Santo (PPES), com a mobilização de 169 servidores. As revistas foram realizadas na Penitenciária Estadual de Vila Velha V (PEVV5), Penitenciária Agrícola do Espírito Santo (Paes), Centro de Detenção Provisória de Viana 2 (CDPV2) e Penitenciária de Segurança Máxima 1 (PSMA1), com a vistoria de 368 celas e 2.568 presos revistados.
“Mais uma vez, nenhum material ilícito foi encontrado durante as inspeções. Esse resultado ressalta a eficiência do trabalho preventivo e do rigor operacional mantidos diariamente pelas equipes das unidades prisionais. O comprometimento dos servidores e a disciplina institucional têm garantido um ambiente seguro, controlado e alinhado às melhores práticas de gestão penitenciária no Espírito Santo”, ressaltou o secretário de Estado da Justiça, Rafael Pacheco.
O diretor-geral da Polícia Penal do Espírito Santo, José Franco Morais Júnior, exaltou o trabalho desempenhado pelas equipes operacionais. “Esse resultado demonstra a importância do trabalho integrado e contínuo para a manutenção da ordem, da segurança e do cumprimento das normas dentro do sistema prisional capixaba. Demonstra também que nosso corpo técnico está preparado e comprometido com a segurança das unidades, impedindo a entrada de materiais ilícitos. A operação teve como principal objetivo a retirada desses materiais das unidades, por meio de revistas rigorosas em galerias e pavilhões de alta complexidade”, disse.
Balanço
Em todo o Brasil, somadas as sete fases da operação retiraram 6.274 celulares usados para comunicação ilícita no interior dos presídios do país. O número de policiais penais envolvidos na operação também chama a atenção: Ao longo das operações houve a participação de 20 mil policiais penais.
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